O líder do governo na Aleac, deputado Moisés Diniz (PCdoB), defendeu todos os esforços diplomáticos para solucionar os problemas tanto de agricultores como de estudantes em solo boliviano.

Em seu pronunciamento nesta quinta-feira,15, Moisés lembrou que uma comissão deverá ser recebida brevemente por um ministro do Governo Evo Morales e, mais adiante, pelo próprio presidente.

O deputado voltou a esclarecer que, para os agricultores, existem apenas três soluções: 1) Se retirar da Bolívia. 2) Mudar para uma agrovila no interior do país. 3) Tornarem-se bolivianos através de um processo rápido de naturalização.

“Sair da Bolívia depois de construir um patrimônio por mais de 30 anos ninguém quer. Mudar para uma agrovila distante e ficar longe de seus parentes, ninguém quer. Temos que defender a concessão da dupla cidadania, como o presidente Lula concedeu aos bolivianos que vivem no Brasil”, declarou Moisés.

O deputado afirmou que a Aleac não pode jamais adotar uma posição de confronto com o governo boliviano, pois isso poderia gerar insegurança para os brasileiros que vivem naquele país. “Não precisamos nos ajoelhar em nem gritar. Nós temos argumentos fortes. Nós somos o principal parceiro da Bolívia”, lembrou.

Leia em Agência Aleac de Notícias

17 de outubro de 2009

 

Afirmando que ainda não foi citada pela Justiça e que não sabe quais acusações o Ministério Público Estadual (MPE) está fazendo, Elenira Mendes, filha do líder seringueiro Chico Mendes, disse na manhã desta sexta-feira, 16, que o caso pode fazer parte de uma estratégia política para tentar denegrir o nome de sua família.

Demonstrando tranquilidade, Elenira Mendes afirmou que seu advogado, Érick Venâncio, está em Xapuri em busca de informações sobre a denúncia que foi feita pelo Ministério Público Estadual.

"Ainda não fomos informados oficialmente de nada. O que sabemos é o que foi divulgado na mídia. Meu advogado está em Xapuri coletando informações e depois vamos conversar para decidir que medidas tomar. Mas estamos tranquilos, pois sabemos do trabalho que realizamos à frente do Instituto Chico Mendes", afirmou.

Para Elenira Mendes, o caso pode fazer parte de uma estratégia para "tentar sujar a imagem de sua família" e lhe prejudicar politicamente. "Algumas pessoas me disseram a seguinte frase: ‘estão querendo matar o embrião antes dele nascer'. Isso me fez refletir sobre o que podem fazer para me prejudicar politicamente", desabafou.

No último dia 9, o MPE impetrou uma ação de improbidade administrativa contra Elenira Mendes, seu esposo Davi Cunha e sua mãe Ilzamar Mendes, afirmando que eles estariam envolvidos em desvios de recursos repassados pelo Governo do Estado ao Instituto Chico Mendes.

Fonte: A Gazeta.net

16 de outubro de 2009

 Hélio Melo (1926-2001), um dos maiores expoentes das artes plásticas que o Acre já teve. Autodidata, cursou apenas até a terceira série do antigo primeiro grau, porém, um homem multifário, pois também era compositor, músico e escritor.

        Veja retrato completo em  

Alma Acreana 

07 de outubro de 2009

 

O Novenário de São Francisco é uma criação fenomenal do próprio povo de Tarauacá. Apesar de a Igreja Católica continuar cultuando São José como padroeiro do município, os lideres católicos de Tarauacá sempre souberam respeitar a religiosidade popular, fazendo do Novenário de São Francisco a segunda maior festa religiosa do Acre.

 Leia relato histórico no Blog Alma Acreana    

Veja fotos no Blog do Salles

05 de outubro de 2009

 

29 de setembro de 2009

 

22 de setembro de 2009


 

Altino Machado:

Numa reunião convocada pelo presidente e o vice-presidente do Tribunal de Justiça estadual, na presença do superintendente da Polícia Federal e do juiz da Vara Criminal, e seu primo, o comandante da Polícia Militar, Aureliano Pascoal, ele e o senhor disseram que não tinham como garantir segurança à mulher de Hugo porque os ânimos estavam acirrados.


Hildebrando Pascoal:

Eu quero deixar bem claro que fui convidado pelo desembargador Jersey Pacheco Nunes, presidente do Tribunal de Justiça do Acre, para a reunião. A mulher de Hugo estava numa fazenda querendo proteção. As autoridades presentes queriam que a mulher fosse para o quartel da PM. Olha, companheiro, o Itamar era subtenente da PM. Como pegar a mulher de Hugo, um criminoso perigoso, e deixá-la no meio dos irmãos de farda? Isso seria um absurdo, uma loucura. As autoridades não estavam bem da cabeça. Seria uma loucura entregar uma pobre mulher com sei lá quantos filhos no meio dos irmãos de farda de Itamar. Nós dissemos que não tínhamos condições de recebê-los com as crianças porque seu marido havia assassinado um subtenente da Polícia Militar. 

 

 Leia Entrevista no Blog da Amazônia

 

21 de setembro de 2009